Receba as notícias do montesclaros.com pelo WhatsApp
montesclaros.com - Ano 26 - sábado, 14 de fevereiro de 2026
 

Este espaço é para você aprimorar a notícia, completando-a.

Clique aqui para exibir os comentários


 

Os dados aqui preenchidos serão exibidos.
Todos os campos são obrigatórios

Mensagem: Nosso cenário Manoel Hygino Depois das férias, o jornalista e professor Aylê-Slassié Filgueiras Quintão volta à sua atividade na capital da República e na imprensa, inclusive na Universidade Federal, em que é mestre, ou nos maiores jornais brasileiros. Experiente, independente, ele considera que, “no Brasil, o cenário envolve a política com atitudes ainda perversas – lembrando em novas narrativas, o velho coronelismo e as promessas de bem-estar social e do crescimento da oferta de empregos. Pudera! O Tesouro, via INSS, ampara diretamente, com salário família, 48 milhões de brasileiros (justo para os desempregados), mas, por outro lado, beira àquela compra de votos praticada no Nordeste pelos coronéis. Os gastos com as ‘bondades do Governo’, acrescidos da concessão de reajustes acima da inflação para o salário mínimo e para o Judiciário, somadas aos juros da dívida projetam superar, em prazo curtíssimo, o PIB nacional, hoje em 12,3 trilhões de reais”. Por aqui, entretanto, há um fato novo: “Põem-se enormes esperanças no recente Acordo do Mercosul com a União Europeia que, teoricamente, promoverá, em dez anos, uma redução para “zero” das tarifas comerciais. De 8,6 mil produtos, 5,4 mil de imediato (!). Alardeia-se que a participação do Brasil no comércio global vai dar um salto de 8% para 36% , ao ter à sua disposição um mercado de 720 milhões de consumidores e um PIB conjunto de 22 trilhões de dólares. Continuamos sonhando ou blefando para uma população que não sabe sequer o que é o Mercosul. A impressão que se tem é a de que o acordo, que demorou tantos anos para ser assinado, tramitando em parlamentos de 40 países, lá e cá, pode até ter efeito positivo, a longo prazo, na economia – que vem sendo amparada pelo ‘maldito’ agronegócio – mas seus reflexos nas próximas eleições é quase nulo”. Não se pode esquecer que, “ao contrário do que se apregoou na solenidade de assinatura no Palácio López, no Paraguai, o Mercosul não demonstra “maturidade institucional”. Não é de agora. Kristina Kircher o fragilizou em vários momentos, introduzindo exigências exclusivamente portenhas. Hugo Chavez, da Venezuela, foi aceito como membro do Mercosul, legitimado por aquele grupo de governos membros de esquerda, embora não tivesse a menor condição de fazê-lo. Tentou introduzir no organismo suas teses militares bolivaristas.

Preencha os campos abaixo
Seu nome:
E-mail:
Cidade/UF: /
Comentário:

Trocar letras
Digite as letras que aparecem na imagem acima